Benefícios da leitura por Aldo Sampaio Raggio

Sabia que o brasileiro lê em média 2,43 livros por ano? O estudo revelou que 30% da população nunca comprou um livro, a notícia foi divulgada na 4ª edição dos “Retratos da  Leitura no Brasil”, desenvolvida em março de 2016, pelo Instituto  Pró-Livro. Para Aldo Sampaio Raggio, os benefícios da leitura podem triplicar a qualidade de vida de uma pessoa, confira as dicas! Ler ajuda a dormir melhor, explica Ivone de Arruda Sampaio.

Todo mundo interage com tela atualmente. Mas as emissões de sinais eletrônicos coloca sua mente em estado de atenção (como se fosse para se manter acordado). Ler com luz suave tem o efeito oposto. Quem tem o costume de ler umas páginas antes de dormir sabe bem disso.
Ler pode reduzir o stress de acordo com Attílio Renato Sampaio Raggio. A Universidade de Sussex provou que seis minutos somente de leitura diária são mais eficientes até do que ouvir música ou caminhar para combater stress.


Ler também pode te deixar mais atraente. Basicamente porque ler causa a impressão inerente de te deixar mais esperto, logo mais confiante, logo isso reflete inclusive na sua postura, que é uma das principais armas de sedução.


Ler encoraja a busca por conquistas. A Universidade do Estado de Ohio fez um estudo interessante, de que quanto mais você se identifica com um (ou vários) personagem na leitura, muito maior é a chance de você tomar ações na vida.


Ler aprimora sua empatia. É um dos resultados imediatos da leitura. Estudo mostra que se deixar envolver pela leitura e pelos desafios de personagens do livro traz sentimento de identificação e consequente empatia aos esforços dos outros.


Livros de auto-ajuda são importantes aliados no combate à depressão de acordo com Renato Carlos Sampaio Raggio. Isso também é provado também cientificamente. O número de depressivos e, mais importante, o grau de depressão diminui consideravelmente com a leitura de livros de auto-ajuda no período de um ano. Pense nisso antes de criticar a “indústria dos livros de auto-ajuda”.


Ler amplia seu vocabulário. Um hospital em Rhode Island fez um teste em crianças de oito anos, e aquelas para as quais os pais liam histórias tiveram desenvolvimento de vocabulário 40% maior. Isso é amplificado na vida adulta.


Ler te torna mais rico culturalmente e menos preconceituoso. Outro estudo, do National Endowment for the Arts, mostra que a leitura desperta uma aceitação maior por outras culturas. Logo, por hábitos diferentes dos seus.


Ler é tão terapêutico quanto música e cinema. A American University fez pesquisa e recomenda que, quando em momento de dificuldade na vida, ler sobre tema correlato induz a vivenciar a luta do personagem no livro e transportar para a vida prática.


Ler um romance melhora atividade cerebral por dias. Pesquisa da Universidade Emory aponta que o resultado da leitura atua nos moldes de exercícios físicos para o cérebro. Romances o transportam para experiências de outras pessoas e a imersão tem resultados biológicos.
Ler faz com que você escreva melhor. Quando você lê, se torna uma espécie de ladrão de estilo (de escrita).

Quanto mais você se identifica com a maneira de o autor escrever, mais aquilo afeta e aprimora sua capacidade de escrita. Da mesma forma que músicos são influenciados por músicas que gostam.Não deixe de ler! A leitura possui frutos deliciosos para nossa atividade cerebral!

Tecnologia no ensino por Aldo Sampaio Raggio

Uma das questões mais discutidas em salas de aula no mundo docente, é sobre a prática de incluir tecnologia em conjunto com os ensinamentos aplicados em sala de aula pelos professores. Aldo Raggio Sampaio conta: “O uso da tecnologia é uma parte significativa no cotidiano de boa parte dos estudantes, dentro e fora das salas de aula. Sendo uma tendência muito forte para as possibilidades de aprendizado oferecidas pelas novas ferramentas.”
Para Ivone de Arruda Sampaio, a utilização da tecnologia no ensino vem se desenvolvendo ao longo das últimas décadas, e a tendência é que ela só aumente. Mesmo as as salas de aula mais tradicionais já sentem o impacto dessas novas ferramentas, cujas formas de auxílio no ensino e aprendizagem são múltiplas.
Além disso, as novas gerações de estudantes já se acostumaram com o uso da tecnologia tanto para o lazer como para os estudos, e demonstram ter grande domínio das novas ferramentas. Não é à toa que essas pessoas são chamadas de “nativos digitais”.

Attílio de Arruda Sampaio conta que a eficácia dos recursos digitais na educação tem maior impacto especialmente no ensino superior, sendo seu maior exemplo a educação a distância (EAD). A aprendizagem final dos alunos não é, de maneira alguma, prejudicada pela utilização da tecnologia no ensino. Para que ele seja capaz de preservar a qualidade de seu aprendizado, o estudante de cursos de educação a distância precisa se dedicar até mais do que o estudante de uma graduação presencial, por exemplo. Mas muitos professores advertem que o interessante é que o aluno tenha pelo menos uma graduação anterior, sendo ela presencial. O que torna a educação a distância um complemento que proporciona facilidade.

O Ministério da Educação (MEC) é um grande apoiador dessa modalidade de ensino, que está em consonância com as exigências do ciclo de desenvolvimento do país e é a principal responsável pelo aumento das matrículas no ensino superior nos últimos anos.

Para Renato Carlos Sampaio Raggio apesar das ferramentas variadas que podem ser utilizadas tanto nas salas de aulas como nos momentos de estudo individual, não são elas que vão trazer mudanças na qualidade de ensino, e, sim, a maneira como o professor e o estudante vai manejá-las a seu favor, atualmente encontra-se capacitação para docentes nessa era mais tecnológica. Onde o professor poderá aplicar em sua aula sites como o kahoot, ou outra gamificação, por exemplo.
Ainda hoje, é comum encontrar profissionais da educação que não estão familiarizados com as novas tecnologias, seja por apresentar dificuldades para aprender a utilizá-las, seja por falta de interesse em aperfeiçoar seus métodos de ensino. Mas também há muitos professores que reconhecem que a tecnologia no ensino pode ser uma importante ferramenta de complementação dos estudos quando usada com consciência e disciplina.
É quase impossível pensar em educação hoje em dia sem a utilização da tecnologia no ensino. A tendência é que as plataformas e as ferramentas digitais se façam ainda mais presentes no cotidiano de estudantes e professores.

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